A CRIANÇA
QUE EXISTE EM MIM
“
Crianças são como girinos otimistas que confinados numa poça d’água de chuva,
agitam alegremente a cauda ao sol, sem pensar que no dia seguinte a água rasa
secará.”
(Em Memórias,
Sonhos e Reflexões, de Carl Gustav Jung)
A criança que
existe em mim ainda acredita na possibilidade de uma tempestade inesperada,
como as paixões...!
A criança
que existe em mim se recusa a empurrar a vida com a barriga,
como se tudo não
passasse de uma água morna, nem quente, nem fria...
A criança
que existe em mim é pequena e frágil como um botão em flor,
e só uma força lá
no alto poderá explicar a grandeza que é desabrochar!
Marisa